E, de repente, passaram(-se) 10 anos. Voaram.
Para qualquer hora sem hora marcada. Um espaço pessoal e de partilha variada. Com deambulações poéticas pelo meio e todo o género de afins. Desentorpecid(a)mente.
Wednesday, June 29, 2016
Monday, June 13, 2016
Bonobo será sempre delicioso.
há já algum tempo que não escrevo e esta publicação também não terá muitas palavras.
palavras para quê, quando a música tem esta capacidade incrível de espoletar variadíssimas sensações, vibrações, emoções e outras "ões" que tal. e que maravilhosas sonoridades!
enjoy!
palavras para quê, quando a música tem esta capacidade incrível de espoletar variadíssimas sensações, vibrações, emoções e outras "ões" que tal. e que maravilhosas sonoridades!
enjoy!
Monday, June 6, 2016
o que move as pessoas.
“Eu não investigo como as pessoas se movem, mas o que as move!” Pina Bausch
Wednesday, May 11, 2016
quando a Morte se apaixona pela Vida.
E a Morte apaixona-se pela Vida.
Belíssimo.
The Life of Death from Marsha Onderstijn on Vimeo.
(De Marsha Onderstijn)
Belíssimo.
The Life of Death from Marsha Onderstijn on Vimeo.
(De Marsha Onderstijn)
Friday, April 29, 2016
Thursday, April 21, 2016
tudo flui.
"Existem almas que nos fazem acreditar que a alma existe.
Tudo flui.
A alma assiste, imóvel, à passagem das alegrias, das
tristezas e das mortes, de que se compõe a vida. Nao julgues. A vida é
um mistério, cada um obedece a leis diferentes. Acredita na eficácia da
morte do que queres para participares do triunfo do que deve ser.
O teu
corpo composto - tres quartos de água, mais um punhado de minerais
terrestres. E essa grande chama em ti de que desconheces a natureza. E
nos teus pulmões, sorvido e libertado sem cessar no teu torax, o ar,
esse belo estrangeiro, sem quem não podes viver."
(Marguerite Yourcenar e
Jeanne de Vietinghoff)
![]() |
| ©Sebastião Salgado |
Thursday, April 14, 2016
Tuesday, March 29, 2016
Monday, March 21, 2016
coisas simples.
trouxe nuvens de todas as cores e feitios.
os corpos estão mais quentes, as almas menos ventosas.
as nuvens hamornizam as cinzentudes das suas amigas mais densas e o peso das expectativas diminui e serena o coração.
a Primavera é mudança, é o renascer da morte anunciada pelo Inverno, é o enterro das ventanias e o cultivo da mudança que já acontece.
a Primavera é deliciosa e imprevisível.
conjuga o friozinho do Inverno que se despede e acolhe o soalheiro abraço da timidez do sol que quer avançar pelas nuvens: umas mais claras, outras menos, umas turquesa, outras azul-bebé, outras cristalinas e celestiais, outras douradas de um Sol a querer ir repousar. quando a trovoada se esconde numa nuvem além ao fundo, o laranja suspenso no céu avança pelo cinza e a miscelânea criada é delícia escondida à vista que pode enganar e preferir o azul brilhante.
a Primavera são todas as cores.
é sinestesia e vontade de mergulhar na proximidade de uma natureza que nos pode passar (muito) ao lado, no lufa lufa urbano, de quem acredita nunca estar no presente e não ter tempo para aquilo que devia ser um investimento no tempo.
as coisas mais simples e belas são feitas de nuvens.
e as nuvens também têm o silêncio que a música pode trazer.
... ... ... ... ...
Nota: E que melhor que combinar a chegada da
Primavera com este delicioso álbum de Zero7, "Simple Things". Que bom
que é resgatá-lo do baú do início dos anos 2000 e saboreá-lo com outra atenção.
Nem melhor, nem pior, apenas outra atenção. Porque as coisas mais belas são
mesmo as mais simples...
Thursday, March 3, 2016
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