Para qualquer hora sem hora marcada. Um espaço pessoal e de partilha variada. Com deambulações poéticas pelo meio e todo o género de afins. Desentorpecid(a)mente.
Thursday, December 17, 2009
Ei-los.
Emerge. Entre ossos do ofício
E cidades esquecidas no interior,
Entre aquilo que pernoitou
No apeadeiro da saudade.
Eis que surge e se espanta,
Quando estremece aquela dança.
Quando esquece que se esqueceu.
E surge do nada, do que foi e do que perdeu.
E eis que ei-la: a que se espanta.
Foge o que finge não fugir,
o que finge que não foge,
o que acaba por, tardiamente, vir.
E ei-lo, o que se esconde,
Quando finge
Que não foge.
03h00.
Tags:
palavras
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
No comments:
Post a Comment