Para qualquer hora sem hora marcada. Um espaço pessoal e de partilha variada. Com deambulações poéticas pelo meio e todo o género de afins. Desentorpecid(a)mente.
Wednesday, March 26, 2014
Monday, March 24, 2014
Quando a Cacau se cruza com o yoga ;)
Juntar paixões como o documentário e o yoga já é maravilhoso, ainda mais com o privilégio de partilhar estes momentos com genuínas e deliciosas yogin como a Cacau! ;)
A filmar para Daily Yoga.
Daily Yoga - Cacau, the leading yogi! from Filipa Mora on Vimeo.
A filmar para Daily Yoga.
Daily Yoga - Cacau, the leading yogi! from Filipa Mora on Vimeo.
Friday, March 21, 2014
ei-la, a Primavera.
| "As imagens transbordam" |
As imagens transbordam fugitivas
E estamos nus em frente às coisas vivas.
Que presença jamais pode cumprir
O impulso que há em nós, interminável,
De tudo ser e em cada flor florir?
(Sophia de Mello Breyner Andresen)
|
Wednesday, March 19, 2014
ainda sobre as lesões e o ego (aquando da prática).
Monday, March 17, 2014
noc noc, alguma "pessoa" aí?
Regime alimentar
"Há animais herbívoros,
há plantas carnívoras
e há pessoas pagívoras.
Como...?! Como...?!
Comem de entrada um acepipe:
um livro fresco de poemas.
Depois como prato principal,
um dicionário bem recheado.
E, à sobremesa, um livro infantil ilustrado.
Este regime alimentar, à base de massa
folhada e paginada, é bastante salutar:
não há registo de pagívoros enfartados ou adoentados."
Teresa Guedes
Sunday, March 16, 2014
pensamentos-palavras-acções-hábitos-carácter-destino.
"Watch your thoughts; they become words. Watch your words; they become actions. Watch your actions; they become habit. Watch your habits; they become character. Watch your character; it becomes your destiny.”
- Lao Tzu
Friday, March 14, 2014
Wednesday, March 12, 2014
"o ar, esse belo estrangeiro"
![]() |
| @Robert Mapplethorpe |
"O teu corpo composto - três quartos de água, mais um punhado de minerais terrestres. E essa grande chama em ti que desconheces a natureza. E nos teus pulmões, sorvido e libertado sem cessar no teu tórax, o ar, esse belo estrangeiro, sem quem não podes viver."
(in "Tempo, esse grande escultor", Marguerite Yourcenar)
![]() |
| @Robert Mapplethorpe |
Tuesday, March 11, 2014
Monday, March 10, 2014
desfocar para poder ver melhor.
E, porque há alturas na vida em que conseguimos o ideal de dois mundos, contar estórias dos projectos que também são a nossa paixão, como neste caso, o yoga. E se as estórias das pessoas são a nossa "gasolina", enquanto contadores destas, quando a essa nossa motivação se junta outra, como outra paixão que nos move e nos transforma, não podia ser o "melhor de dois mundos".
Poder aprender enquanto se trabalha, sempre. Com os outros, com aqueles que vão constituindo o nosso mundo e nos ajudam a descontrui-lo, também. A percebê-lo um bocadinho melhor, através de nós próprios, e de nos irmos permitindo descascar as camadas da aparência e sermos (um bocadinho) mais nós mesmos. Quando trabalhar continua a ser aquilo que nos faz mover: um processo de descoberta, de nós enquanto seres individuais, dos outros, desse todo que somos nós.
Ainda que haja alturas em que parecemos perder ligeira (ou totalmente!) o foco e tudo parece uma espécie de buraco negro, onde uma força - vinda de qualquer lado que não o nosso centro - ameaça tentar puxar-nos para além, onde quer que esse além seja. Mas não aqui. Ainda que haja alturas em que aquilo que fazia sentido parece ganhar novos contornos e formas, de forma ao não-sentido ameaçar a querer instalar-se.
Porque há, de facto, momentos em que é preciso desfocar para poder ver melhor.
Poder aprender enquanto se trabalha, sempre. Com os outros, com aqueles que vão constituindo o nosso mundo e nos ajudam a descontrui-lo, também. A percebê-lo um bocadinho melhor, através de nós próprios, e de nos irmos permitindo descascar as camadas da aparência e sermos (um bocadinho) mais nós mesmos. Quando trabalhar continua a ser aquilo que nos faz mover: um processo de descoberta, de nós enquanto seres individuais, dos outros, desse todo que somos nós.
Ainda que haja alturas em que parecemos perder ligeira (ou totalmente!) o foco e tudo parece uma espécie de buraco negro, onde uma força - vinda de qualquer lado que não o nosso centro - ameaça tentar puxar-nos para além, onde quer que esse além seja. Mas não aqui. Ainda que haja alturas em que aquilo que fazia sentido parece ganhar novos contornos e formas, de forma ao não-sentido ameaçar a querer instalar-se.
Porque há, de facto, momentos em que é preciso desfocar para poder ver melhor.
| A filmar para Daily Yoga |
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