"Cinema is the ultimate pervert art. It doesn't give you what you desire - it tells you how to desire."(S.Zizek)
Para qualquer hora sem hora marcada. Um espaço pessoal e de partilha variada. Com deambulações poéticas pelo meio e todo o género de afins. Desentorpecid(a)mente.
Wednesday, July 23, 2014
the "ultimate pervert art".
Sugeriram-me este "documentário" do Slavoj Zizek.
Tuesday, July 22, 2014
Monday, July 21, 2014
tentar todos os dias.
Há quem deteste este género de publicações com frases "feitas", clichés e todo o tipo de apontamentos que assentam sempre bem mas podem cair mal em algumas carapuças. Nunca é demasiado tarde para nos lembrarmos que...todos os dias podemos ser um bocadinho melhores.
Friday, July 18, 2014
a dança de tudo.
Porque tudo é possível. E, se repararmos e escutarmos, vemos dança e sentimos música em qualquer lado.
O último "palco" onde assisti a uma bela dança foi num hospital público. Ter estado internada na sequência de uma operação fez-me ficar poucos dias mas, algumas horas (as suficientes), num quarto, onde a dança das enfermeiras era um belo rodopiar de atentar e cuidar. Esvoaçantes e eficazes, entre trocar soros e medicação, gerir queixumes, tensões e atenções, volver gestos, tocar aparelhos e envólucros e, ainda, espaço para deitar olhares a todos, vislumbrar necessidades e ritmar rituais e processos de convalescença, pós ou pré-operatórios. Belas e eficientes, as enfermeiras (e os enfermeiros, claramente!), bailarinas nesse processo da saúde e que, infelizmente, nem sempre são devidamente reconhecidas.
O trabalho do Diego Stocco fez-me lembrar, de certa forma, as preciosas enfermeiras.
Fazer música é possível com tudo, se até com soro e catéteres dentro de um edifício que nem sempre traz as melhores recordações, que acontecerá com areia, árvores, bonsais e o recheio de uma lavandaria?
O último "palco" onde assisti a uma bela dança foi num hospital público. Ter estado internada na sequência de uma operação fez-me ficar poucos dias mas, algumas horas (as suficientes), num quarto, onde a dança das enfermeiras era um belo rodopiar de atentar e cuidar. Esvoaçantes e eficazes, entre trocar soros e medicação, gerir queixumes, tensões e atenções, volver gestos, tocar aparelhos e envólucros e, ainda, espaço para deitar olhares a todos, vislumbrar necessidades e ritmar rituais e processos de convalescença, pós ou pré-operatórios. Belas e eficientes, as enfermeiras (e os enfermeiros, claramente!), bailarinas nesse processo da saúde e que, infelizmente, nem sempre são devidamente reconhecidas.
O trabalho do Diego Stocco fez-me lembrar, de certa forma, as preciosas enfermeiras.
Fazer música é possível com tudo, se até com soro e catéteres dentro de um edifício que nem sempre traz as melhores recordações, que acontecerá com areia, árvores, bonsais e o recheio de uma lavandaria?
Wednesday, July 16, 2014
temperar a alma.
" - O português não sabe andar. Daí lhe provém quase
todos os seus defeitos de consciência e de corpo. O andar não é apenas
um exercício. É uma escola. A andar educa-se a espinha, enrijecem-se os
rins, tempera-se a alma. O português corcova e arrasta-se.
(...)
"Respire, respire melhor! Atenção, atenção aos ombros! Olhe-me esses calcanhares!"
(Obrigada pela partilha destas belas palavras das Farpas de Ramalho Ortigão, querida Xana!)
o valor das coisas.
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
(Fernando Pessoa)
Sunday, June 29, 2014
Tuesday, June 17, 2014
Wednesday, June 11, 2014
ontem, hoje e amanhã.
"Yoga is not an ancient myth buried in oblivion. It is the most valuable inheritance of the present. It is the essential need of today and the culture of tomorrow."
Swami Satyananda Saraswati
Tuesday, June 10, 2014
... com o imaginário bem VIVO!
E as Leituras Orientadas (sempre em movimento!) ficam por aqui, neste ano lectivo, prontinho a ir de férias. Trava-línguas saltitantes, aaaa-rrrrr-ti-cu-ções traquinas e muitas posturas de yoga para libertar a criatividade e dar corpo a toda a expressão que vive (por vezes, muito adormecida!) dentro de nós. Deliciosos momentos com estes fantásticos meninos, de imaginário bem VIVO!
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